Com um cronograma desafiador, o BIM Track permitiu o ganho de eficiência nas comunicações da Oliveira Cotta por meio do uso de uma ferramenta especializada em coordenação BIM, tornando o desenvolvimento do projeto mais seguro, transparente, ágil e gerenciável
Oliveira Cotta
Oliveira Cotta gerencia projeto executivo da Estação Santo Amaro do Metrô com solução de coordenação BIM Track, fornecida pelo Construtivo
Oliveira Cotta
Desafios
A Estação Santo Amaro do Metrô de São Paulo (Linha 5-Lilás), que se conecta à Linha 9-Esmeralda da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), precisava melhorar o trânsito e a segurança de cerca de 100 mil usuários diários. Para desenvolver o projeto executivo de requalificação da Estação, o escritório de arquitetura Oliveira Cotta tinha como missão gerenciar os fluxos de trabalho de coordenação BIM (Building Information Modeling) em uma única ferramenta. Era necessário que a troca de informações entre os projetistas fosse ágil, possibilitando um ambiente comum de dados para a identificação de possíveis interferências entre suas disciplinas.
Soluções
Para atender essas exigências, o escritório adotou a ferramenta BIM Track, fornecida pelo Construtivo, companhia de Tecnologia da Informação com DNA em engenharia, que foi pioneira na propagação da adoção do BIM no País.
Resultados
O BIM Track, por estar na nuvem, permitiu o gerenciamento em tempo real, além de fornecer uma interface amigável para os usuários. Em apenas um clique, os projetistas enviam seus modelos estruturais, arquitetônicos, hidráulicos e elétricos realizados, entre outros, que foram desenvolvidos em Revit. Sem uma plataforma de comunicação em BIM, seria necessário utilizar o e-mail como ferramenta de compartilhamento de informações, o que levaria a troca de cerca de 2.500 mensagens eletrônicas durante todo o desenvolvimento do projeto executivo. O BIM Track permitiu um repositório de comunicação interdisciplinar, possibilitando a criação e o acompanhamento de tratativas e garantindo um gerenciamento ativo e em tempo real. Sendo assim, 90% tempo que seria gasto em reuniões de alinhamento foi utilizado para o desenvolvimento dos projetos. As atividades envolveram intervenções nos corredores de integração, plataformas, escadas rolantes, elevadores e áreas de apoio. Tudo para evitar que houvesse, nos horários de pico, o acúmulo de usuários nas dependências da Estação.

